Esclerose Múltipla - Autoimune

O que é?

A esclerose múltipla (EM) é uma doença autoimune que ataca a bainha de mielina, a camada protetora das fibras nervosas no cérebro e na medula espinhal. Esse dano impede a comunicação entre o cérebro e o corpo, causando sintomas como fadiga, formigamento, dificuldade de coordenação e problemas visuais, que podem surgir em surtos e, por vezes, piorar gradualmente ao longo do tempo. Embora não haja cura, tratamentos medicamentosos e a adoção de hábitos saudáveis podem ajudar a controlar a doença e melhorar a qualidade de vida.

Imagem retirada de: https://bvsms.saude.gov.br/sindrome-vasovagal/

Principais Gatilhos

  • Infecções: O vírus Epstein-Barr, agente causador da mononucleose, é um dos gatilhos mais associados ao desenvolvimento da EM.

  • Deficiência de vitamina D: Baixos níveis de vitamina D, muitas vezes relacionados à pouca exposição solar, aumentam o risco da doença.

  • Tabagismo: O hábito de fumar está fortemente ligado a um aumento no risco de desenvolver a EM.

  • Fatores de risco: Idade (mais comum entre 20 e 40 anos) e gênero (mais frequente em mulheres) são considerados fatores de risco.

  • Predisposição genética: Embora não seja uma doença hereditária, ter um histórico familiar aumenta o risco, pois certas variações genéticas podem aumentar a susceptibilidade.

  • Obesidade: Especialmente a obesidade na infância e adolescência, é um fator de risco importante para a doença.

  • Diagnóstico

    O diagnóstico da esclerose múltipla (EM) é feito através da combinação de exames clínicos, de imagem e laboratoriais, com base nos Critérios de McDonald. A ressonância magnética (RM) é o exame de imagem principal, que visualiza lesões na mielina do cérebro e medula. Outros exames importantes incluem a análise do líquor (líquido cerebrospinal) e exames de sangue para descartar outras doenças com sintomas semelhantes.

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